Pesquisa-Menor utilização das redes sociais em 11 países



Em tempos de constantes utilizações de redes sociais, que são uma espécie de identidade criada pelas pessoas, afinal naquele perfil não são apenas fotos e amigos, mas muito de posicionamentos ideológicos. Isso se explica pelas perguntas de perfis, como religião, política e opção sexual. Somente estes três pilares já são suficientes para explicar que ter um perfil em um Orkut ou Facebook significa estar muito alem de algo descompromissado, por mais que o usuário utilize sem levar em conta essas questões identitárias.

A questão em torno da presença das redes sociais no cotidiano das pessoas é uma pauta com bastante freqüência no meios informativos. A partir disso, uma pesquisa de uma empresa de consultoria especializada em sistemas de informação, realizada em onze países emergentes, no qual o Brasil está entre eles, ouviu diversas pessoas usuárias de rede social.

O diferencial na pesquisa da Gartner é que ela privilegiou todas as faixas etárias praticamente, contrariando muito do que é visto em termos de pesquisa quando se fala de internet ou sites de relacionamento, que ficam apenas no universo dos mais jovens. Foram ouvidas mais de 6 mil e trezentas pessoas entre 13 e 74 anos.

Os dados gerais da pesquisa apontam, que dos 37% dos pesquisados, disseram ter aumentado o uso das redes sociais, isso aconteceu principalmente entre os mais jovens. Mas neste campo chama muito atenção que aproximadamente 24% disseram usar bem menos os sites de relacionamentos.

O fator que mais contribui para esse afastamento do uso destas plataformas de relacionamento na internet é a questão da privacidade, que aparece em primeiro lugar, seguido pela forma como os comentários aparecem nas postagens dos outros usuários, isso é algo comum principalmente no Twitter e no Facebook, quando a “timeline” se torna muitas vezes a agenda ou muro das lamentações dos internautas.

Talvez seja uma das poucas pesquisas em todos os usuários de redes sociais são avaliados, isso mostra a credibilidade e faz necessária a pergunta: qual o futuro das redes sociais?



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