Nome sujo não impede de prestar concurso público



Dúvidas em concursos
Uma das coisas que mais atormentam as pessoas são as dívidas adquiridas juntos aos serviços de proteção do crédito. Isso ocorre de diversas formas, podendo ser de um simples esquecimento de pagamento de uma prestação da compra parcelada de um mouse até o não pagamento de um empréstimo feito a um banco.

O índice de pessoas com os nomes protestados é algo que pode ser visto nas páginas de busca na internet, basta perceber o número de links de empresas que aparecem oferecendo regularização dos protestos. Como tudo que envolve muito do imaginário popular, a falta de crédito gera teorias e mais teorias, neste meio, muitos aproveitadores que se disfarçam na sombra de empresas de crédito e acabam aumentando a dívida daquela pessoa.

Mediante isso nós do Blog Repúblicas do Brasil trazemos uma orientação para todos aqueles alunos que pensam em prestar provas para algum concurso público. A dúvida da questão do “nome sujo”, termo vinculado para as pessoas com nomes nos sistemas de proteção do crédito, atormenta muitos concurseiros.

Segundo Lia Salgado, colunista do site G1 e autora do livro “Como vencer a maratona dos concursos públicos”, toda pessoa mesmo em condição inadimplente pode prestar qualquer concurso público. O fato do candidato ter o nome nos serviços de proteção ao crédito não restringe o postulante em assumir a vaga, desde que obviamente o edital não faça menção a isto.

Normalmente isso aparece apenas nos concursos provenientes para bancos, mesmo que o aprovado nestes casos possa procurar a justiça para garantir seus direitos.

Lia ainda lembra que as documentações referentes aos cargos pretendidos pelos candidatos no momento de inscrição, passam a ser exigidas apenas na hora da nomeação, até esta etapa o candidato não precisa comprovar nada.

Acordados as regras desta questão que traz tanta confusão na cabeça das pessoas, atentem também aos editais de cada concurso, eles costumam trazer tudo aquilo que o candidato precisa saber.

Além disso, sugerimos que aqueles com problemas de restrição de crédito, procurar os bancos diretamente ou contratar os serviços de um advogado, pois tentar resolver isto pelos milhares de sites sugeridos nos buscadores pode ser um serviço perigoso.



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